Indústria de latas de alumínio apresenta crescimento de 12% O recipiente para bebidas mais sustentável do planeta está ganhando terreno e conquistando cada vez mais os consumidores.
Novembro de 2024. A Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), entidade que representa o setor de latas de alumínio para bebidas no Brasil, apresentou dados do primeiro semestre de 2024 com um resultado de vendas 12% superior ao mesmo período de 2023, e espera fechar o ano com crescimento de dois dígitos.
Combinando as vantagens das latas de alumínio, o setor está seguindo o caminho traçado pelo crescimento econômico após os resultados positivos do PIB brasileiro neste ano. Segundo o presidente da Abralatas, Cátilo Cândido, as latas brasileiras retomaram o crescimento a partir de 2023, após um período de ajustes devido ao fim da pandemia. “Tivemos um verão muito quente este ano, o que favorece o consumo de bebidas, e um crescimento econômico que recupera índices positivos no país e aumenta o poder de compra da população, somados à força das latas de alumínio no segmento de bebidas, com novos produtos enlatados a todo momento”, explica o presidente.
Um dos destaques durante o período foi a diversidade de produtos que chegam aos consumidores em latas de alumínio. A maioria desses produtos está crescendo no país, ficando cada vez mais próximos dos consumidores, como RTDs (Ready to Drink), cachaça, energéticos, cervejas sem álcool, vinhos e espumantes, que ganham cada vez mais espaço nas prateleiras e cardápios.
De acordo com Cátilo Cândido, essa mudança segue uma tendência global e posiciona o país na vanguarda dos setores de embalagens de bebidas. “Já temos mais de 20 tipos de bebidas envasadas em latas de alumínio no Brasil. A cerveja continua sendo o produto estrela, com crescimento de 10%, além dos refrigerantes, que cresceram 23% no primeiro semestre deste ano. São números que comemoramos e que representam uma clara escolha consciente do consumidor, que vê nas latas de alumínio uma opção segura, conveniente e verdadeiramente sustentável”, explica o executivo.