Preocupação dos fabricantes de alumínio com um aumento de quase 500 % nas importações de bobinas de alumínio chinesas para o México em 2025, equivalente à capacidade de uma planta americana de laminação, o que ameaça a competitividade da indústria norte-americana. A Aluminum Association insta a administração e os parceiros do USMCA a tomarem medidas decisivas para conter a entrada de alumínio chinês subsidiado e proteger a segurança nacional, o investimento e os empregos.
A AA também instou a que a renegociação do tratado USMCA inclua um controle estrito sobre o alumínio exportado para o México ou Canadá e, em seguida, reexportado para os Estados Unidos. A associação enfatiza que o México deve implementar imediatamente um sistema de monitoramento de importações de alumínio (AIM), compromisso que havia assumido em 2019, mas que ainda não cumpriu.
Segundo a organização, os produtos de alumínio fabricados nos EUA e no Canadá contêm, em média, mais material reciclado do que a maioria dos importados, pelo que garantir regras claras é crucial para proteger empregos e investimentos locais. Charles Johnson, presidente e CEO da Aluminum Association, declarou que um USMCA fortalecido deve assegurar condições equitativas para fabricantes e trabalhadores da América do Norte, mediante monitoramento rigoroso, tarifas harmonizadas e regras de origem justas, evitando que os benefícios do tratado se desviem para produtores subsidiados fora da região, especialmente da China.
Paralelamente, Kevin Dempsey, do American Iron and Steel Institute, pediu medidas semelhantes para o aço, propondo um regime de tarifas equivalente à Seção 232 dos EUA e regras de origem “fundido e laminado” para evitar o comércio triangular que elude as proteções tarifárias.









